Data: 06/11/2026
Horário: 11h às 12h
SOBRE O EVENTO
Depois de acompanhar de perto a COP17 em Yerevan, Francine Leal, Sócia Fundadora e Diretora de Biodiversidade da GSS, compartilha uma leitura prática dos principais debates e desdobramentos para as empresas. Ela recebe Carolyne Gonçalves, Analista de Políticas e Indústria IV da CNI, para ampliar a conversa a partir da perspectiva da indústria.
O encontro aborda a implementação das metas globais de biodiversidade, a mobilização de recursos, as discussões sobre o Fundo Cali e DSI e o amadurecimento dos créditos de biodiversidade. Também trata dos desafios para estruturar projetos consistentes, com dados e critérios de integridade.
A proposta é ir além do resumo da conferência: entender o que os movimentos observados em Yerevan podem sinalizar para as empresas e suas cadeias de valor no Brasil.

RELATO DE QUEM ESTEVE LÁ

Francine Leal
Sócia Fundadora e Diretora de Biodiversidade
GSS | Impact Development Company

Carolyne Gonçalves
Analista de Políticas e Indústria IV
CNI | Confederação Nacional da Indústria
O que você vai ver neste encontro
Da agenda global à ação empresarial
O que a primeira Revisão Global do Marco da Biodiversidade e o Yerevan Pathway apontam sobre lacunas de implementação e prioridades para os próximos dois anos.
Financiamento da biodiversidade em foco
A mobilização de recursos, o Fundo Cali e as discussões sobre DSI e repartição de benefícios: temas relevantes para setores como biotecnologia, farmacêutico, cosméticos e agro.
Créditos de biodiversidade e integridade
O mapeamento CNI/GSS de mais de 60 iniciativas revela desafios de métricas, MRV, precificação e reconhecimento dos créditos como ativos.
Relatos de quem esteve na COP17 de perto
Francine compartilha os principais aprendizados de Yerevan — do debate sobre projetos aptos a receber investimento à colaboração territorial e às cadeias de valor locais.

